Eu sou a que acredita no amor.
Amor maternal, fraternal, amoroso, carinhoso, animal ou carnal, se quisermos até em termos mais extremos, porque não canibal! Sim, Eu como-te a ti, tu comes-me a mim e canibalizamo-nos como só quem ama sabe canibalizar!
Eu acredito que o amor trouxe-nos até aqui.
Viver, sentir, arrepiar, correr, transpirar, perder o pé, cair, partir a cabeça ou até ficar com o coração em frangalhos. Tudo faz parte do nosso propósito enquanto humanos.
E se um dia tudo o que aqui escrevi deixar de fazer sentido para mim? Por favor, enviem-me a certidão de óbito, quer dizer que morri e não dei por isso...
